Uma campanha de captação via Lei de Incentivo à Cultura para preservar patrimônio, ampliar impacto educacional e mobilizar doadores em torno de um projeto cultural e arquitetônico de alto valor geracional.
Faltam R$ 352.079,11 para atingir o mínimo legal de execução de 20% e destravar o início dos investimentos no projeto.
Um projeto cultural aprovado só pode começar a utilizar os recursos captados após atingir, no mínimo, 20% do valor total aprovado para execução.
Antes dos 20%: o dinheiro captado fica retido em uma conta bancária específica, vinculada ao projeto no Banco do Brasil, rendendo juros, mas bloqueado para pagamentos.
Após os 20%: a conta é liberada para movimentação, e o proponente pode começar a pagar fornecedores.
Uma construção centenária localizada no bairro Rio Branco, inserida em um contexto urbano de forte valor patrimonial.
A proposta contempla restauração, preservação e adaptação de espaços para uso educacional, respeitando diretrizes patrimoniais e ampliando funcionalidade.
O projeto não é só obra — é uso qualificado. Mais do que reformar um prédio, a campanha busca ativar educação, memória, cultura e pertencimento em torno de um ativo urbano singular.
A PIA Chaves Barcellos é uma construção de 1923, tombada pelo EPAHC e inserida em um contexto de preservação cultural relevante para Porto Alegre.
A Escola Pampeano será a instituição responsável pela ocupação do espaço restaurado, qualificando o ambiente educacional e conectando patrimônio e formação humana, garantindo o uso contínuo do imóvel histórico.
A iniciativa já conta com aprovação do Ministério da Cultura e com validação arquitetônica pelo EPAHC, órgão responsável pelo patrimônio histórico de Porto Alegre.

Render do novo volume contemporâneo integrado ao edifício histórico.

Visualização do pátio restaurado e dos novos espaços de convivência.

Simulação da nova área de recepção e circulação educacional.

Áreas externas e integração paisagística previstas no projeto.

Situação atual do prédio histórico.

Visualização do novo acesso contemporâneo conectado ao patrimônio restaurado.
Empresas tributadas pelo lucro real podem direcionar até 4% do imposto de renda devido ao projeto. Empresas optantes pelo Simples, Lucro Presumido e MEI podem doar, mas não podem deduzir do IR.
Pessoas físicas podem apoiar o projeto destinando até 6% do imposto de renda devido. O cidadão precisa usar a modalidade "declaração completa", pois quem usa o modelo simplificado não poderá deduzir do IR.
Também é possível realizar uma contribuição direta como pessoa física, fora do mecanismo de incentivo fiscal.
Empresas podem apoiar o projeto institucionalmente, vinculando sua marca à preservação cultural e à educação por meio de patrocínio direto.